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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Handebol.

E.E. Adventor Divino de Almeida
Série: 2° B
Alunos: Sawara Alvim n° 35, Carolina Cordeiro n° 47, Lucas Panizzi n°24
Professor: Bruno Reis.
Matéria: Ed. Física





A Origem do Handebol

O Handebol é um dos esportes mais antigos de que que se tem notícia. Ele ja apresentou uma grande variedade de formas até a praticada atualmente.
Um jogo com bola foi descrito por Homero em "A Odisséia", onde a bola era jogada com as mãos e o objetivo era ultrapassar o oponente, através de passes, isto está gravado em uma pedra na cidade de Atenas e data de 600 A.C.. De acordo com as escritas do médico Romano, Claudius Galenus (130-200 D.C.), os Romanos possuiam um jogo de Handebol chamado "Harpaston". Na Idade Média, as legiões de cavaleiros jogavam um jogo de bola, o qual era fundamentado em passes e metas, isto foi descrito por Walther von der Vogelwide (1170-1230), que o chamou de "Jogo de Pegar Bola", que é precursor do atual jogo de Handebol. Na França, Rabelais(1494-1533), fala sobre um jogo de Handebol em que "Eles jogam bola, usando a palma da mão".
O Supervisor de Educação Física Alemão, Holger Nielsen, adaptou o "Haanbold-Spiel" (Jogo de Handebol) para ser jogado em quadras, na cidade de Ortrup em 1848, remodelando as regras e método como o jogo deveria ser praticado. Eventualmente os alemães desenvolveram o esporte e finalisaram as regras em 1897, onde atualmente é baseado o Handebol de Quadra (Indoor) e o Handebol Olímpico. Era uma forma de 7 jogadores por time, em uma quadra pouco maior do que a de Basquete, com gols de Futebol de 2m de altura por 2,5m de comprimento.
Na Suécia, em 1910, G. Wallstrom foi quem introduziu o Handebol. Na Alemanha, em 1912, Hirschmann (O Secretário Geral Alemão da Associação Internaciona de Futebol) tentou introduzir o Handebo l em um jogo de "campo", seguindo as regras do Futebol. Durante 1915-1917, o Supervisor de Educação Física Max Heiser (1879-1921), introduziu o Handebol de Campo para as mulheres, sendo considerado o real criador do esporte, assim como Karl Schelenz (1890-1956), um professor de esportes da Escola Superior de Educação Física é considerado o fundador do Handebol. Karl Schelenz foi o responsável pelo desenvolvimento do Handebol na Alemanha, Austria e Suiça, onde ele foi treinador.
Em 13 de Setembro de 1920, Carl Diem, o Diretor da Escola Superior de Educação Física Alemã, completou o estabelecimento do esporte no cenário mundial, reconhecendo-o oficialmente como esporte. O jogo era praticado em campos de Futebol com traves do mesmo tamanho. O primeiro jogo internacional foi disputado em 3 de Setembro de 1925, com vitória da Alemanha sobre a Austria por 6 a 3.




Área do Gol

Fica entre a linha de fundo e a linha de 6m. Somente o goleiro pode permanecer na área de gol. O atacante que penetra essa área é castigado com um tiro livre; se for propositadamente e não tiver a posse da bola, será dado lance livre. O jogador que invadir a área de gol, depois de ter lançado a bola, não está sujeito a qualquer punição, desde que isso não resulte em prejudizo para a ação do adversário.

Goleiro / Gol

O goleiro é o único jogador que pode se deslocar para qualquer posição da quadra; é o único que pode parar ou rebater a bola com os pés (mas isso apenas na sua área), fora dela deve jogar como qualque jogador de linha. Só sera considerado gol a bola que lançada regularmente ultrapasse inteiramente a linha de gol por, dentro da baliza.

Manejo da Bola

É permitido lançar, bater, empurrar, socar, parar e pegar a bola, não importa de que maneira, com a ajuda das mãos, braços, cabeça, tronco, coxas e joelhos. Segurar a bola durante o máxio de três segundos, mesmo ela estando no chão. Fazer o máximo de três passos com a bola na mão. É proibido conduzir ou manejar a bola com os pés.

Para com o adversário

Utilizar os braços ou as mãos para se apoderar da bola. Tirar a bola da mão do adversário com as mãos abertas, não importa de que lado. Bloquear o caminho ao adversário com o corpo. É proibido arrancar a bola do adversário com uma ou duas mãos, assim como bater com o punho na bola que o mesmo tem as mãos.

Tiro de meta

O tiro de meta é ordenado nos seguintes casos: quando, antes de ultrapassar a linha de fundo, a bola tenha sido tocada por um jogador da equipe atacante ou pelo goleiro da equipe defensora, estando este dentro da sua área de gol. O tiro de meta deve ser cobrado dentro da área do goleiro, e só ele poderá colocar a bola em jogo.

Bola ao chão

A bola ao chão é marcada quando, mantida a bola dentro da quadra e fora das áreas de goleiro, ocorrer: falta simultânea de jogadores das duas equipes; interrupção do jogo por qualquer motivo ou razão que não se caracterize como infração as regras.

Escanteio

O lance de escanteio é ordenado desde que a bola tocada pela equipe defensora ultrapasse a linha de fundo (sem que o goleiro desta tenha tocado na bola). O lance é executado no ponto de interseção da linha de fundo e a linha lateral, do lado onde a bola tenha saído.

Lance lateral

O lance lateral é ordenado desde que a bola tenha ultrapassado totalmente a linha lateral. Ao ser cobrado o jogador deverá manter um pé sobre a linha lateral e o outro fora da quadra, caso isto seje desrespeitado o árbitro poderá ordenar nova cobrança de lateral ou aplicar reversão, dando o direito da cobrança a equipe adversária.

Lance de 7m

Este lance apenas é ordenado com a execução de uma falta grave sobre o adversário; no momento da cobrança os jogadores da defeza e ataque deverão permanecer atás da linha de 9m. O jogador que for cobrar deverá manter um pé fixo perante a linha de 7m, não podendo invadí-la ou mover este pé.

Lance livre

É ordenado lance livre nos seguintes casos: entrada ou saída irregular de um jogador; mau comportamento; faltas cometidas pelos jogadores na área de gol; lançamento intencional da bola para sua área de gol; faltas do goleiro; execução ou conduta irregular nos lances de lateral, escanteio, livre, tiro de meta e 7m; atitude antidesportiva.

Execução

Antes da execução de todos os lances citados acima a bola deverá pousar na mão do lançador e todos os jogadors deverão ter tomado a posição regularmente. Apenas o lançador pode tocar na bola e este não deve ficar batendo-a contra o chão, pois o árbitro pode considerar o lance como cobrado e aplicar reversão da jogada.

Punições

Cartão Amarelo

Serve para advertir qualquer atleta ou técnico. Aplicado em algumas faltas, por reclamações ou quando após uma falta o jogador não deixa a bola no lugar indicado, podendo variar com o critério de cada árbitro.

Dois Minutos: - Este apenas é aplicado a jogadores. Quem receber esta punição deve permanecer fora da partida durante um períiodo de dois minutos (que será controlado pelo cronometrista), e após podendo retornar ao jogo com permição da mesa de arbitragem. Durante este período o time fica com um jogador a menos, esta punição é geralmente aplicada a faltas desnescessárias e a substituições incorretas.

Cartão Vermelho: (ou desqualificação)

Ao ser aplicado um Cartão Vermelho o jogador deve retirar-se da quadra, não podendo nem permanecer no banco de reservas e nem voltar mais a partida. O time permanece durante dois minutos com um jogador a menos e após pode completar o time com outro jogador. (O jogador que receber mais que 3 "Dois Minutos" durante a partida é automaticamente desqualificado, sofrendo todo o peocesso acima descrito)

Exclusão

Este é um recurso extremo da arbitragem, utilizado apenas em casos de agressão física e verbal. O jogador que sofrer exclusão não pode voltar a quadra e nem se sentar no banco de reservas, e seu time permanece até o fim da partida com um jogador a menos.

O jogo é dirigido por dois árbitros, asistidos por um secretário e um cronometrista.

Os Árbitros

Os dois árbitros(juízes) atuam em conjunto tanto nos lances de defesa e ataque de ambos os times. (geralmente um árbitro se situa na linha de fundo, de um lado da quadra, e o outro na linha de meio campo, do outro lado da quadra). Eles atuam em cooperação e suporte mútuos, observam além do foco do jogo, todos os outros jogadores.

O Secretário

Este fica sentado na mesa de arbitragem, possui a súmula da partida e deve computar todas as estatísticas do jogo, para auxiliar os juízes (tal como: número de gols; quem marcou o gol; número de cartões amarelos, dois minutos e faltas de cada jogador).

O Cronometrista

É quem controla o tempo da partida, também está sentado à mesa de arbitragem. Possui um cronômetro que deve ser interrompido toda vez que os juízes ou os técnicos dos times assim solicitarem. Também é sua função cronometrar os lances de "dois minutos", sendo ele responsável pela volta do atleta ao jogo.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Processo de desmatamento da amazônia.

DESTRUIÇÃO
No espaço de trinta anos, 17% da vegetação original desapareceram, ou seja, 700.000 km2. Em 2007, cerca de 22.000 focos de incêndio (queimadas) foram assinalados. Cada km2 de floresta destruída produz 22.000 toneladas de CO2.
Nas últimas semanas, o presidente Lula exigiu que fossem tomadas medidas em caráter de emergência para inverter esta tendência. Com isso, a partir de 26 de fevereiro, a Polícia Federal deslanchou uma vasta operação que envolve a participação de 300 homens, que contarão com reforços, passando para cerca de mil no total, no início de abril. O objetivo é combater o desmatamento ilegal nos Estados do Pará, do Mato Grosso e de Rondônia, os mais prejudicados por essas práticas.
Não menos de treze ministros são responsáveis pela luta contra o desmatamento na Amazônia, mas nem todos eles falam a mesma língua. O governo está profundamente dividido entre dois desafios: preservar a floresta tropical e incentivar o crescimento econômico.
Na cúpula do governo, duas mulheres encarnam este dilema. Marina Silva, a ministra do Meio Ambiente, que é nativa da Amazônia, possui certo prestígio em função do seu passado de lutas ao lado do militante ecologista assassinado Chico Mendes (1944-1988). Mas com freqüência ela chegou a ceder às pressões. Foi assim que ela autorizou a construção de duas centrais elétricas no rio Madeira, um afluente do Amazonas. A outra é Dilma Rousseff, chefe de gabinete do presidente Lula, responsável pelo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que foi elaborado com o objetivo de multiplicar a infra-estrutura pelo país afora, principalmente na Amazônia, onde estão sendo implementados inúmeros projetos de estradas, portos e usinas hidrelétricas.
Depois do recorde sombrio que fora registrado entre agosto de 2003 e julho de 2004, quando 27.429 km2 de madeira haviam sido transformados em fumaça, Marina Silva reorganizou os procedimentos de vigilância por satélite, mas sem poder contar nem com meios, nem com recursos humanos. “As multas que são aplicadas pelo Estado são ridiculamente reduzidas e não impedirão o desmatamento de prosseguir”, prevê um dos diretores da organização Greenpeace Brasil, Sergio Leitão. Segundo ele, apenas 2% das multas aplicadas são efetivamente pagas pelos destruidores.
100.000 km de vias clandestinas
“As autoridades idealizaram o desenvolvimento da Amazônia em função de um modelo que vigorava durante os anos 1950″, critica Sergio Abranches, um sociólogo especialista em ecologia política. Ele cita como exemplos as rodovias que foram planejadas para escoar os gêneros alimentícios agrícolas, tais como a BR 163, que liga Cuiabá a Santarém e foi asfaltada pela metade, e aquela que deverá ligar Porto Velho a Manaus, mas que ainda se encontra em fase de estudos.
Os levantamentos cartográficos comprovam que as vias asfaltadas se transformam em amplas avenidas que favorecem o desmatamento, o qual é promovido pelos traficantes de madeira, os garimpeiros, os aventureiros e os agricultores. No total, já existiriam cerca de 100.000 km de caminhos clandestinos.
Marina Silva procura estimular as atividades de “exploração sustentável” em áreas que foram batizadas de “unidades de conservação”, além de uma administração vigiada das florestas públicas, as quais correspondem a 40% do total da superfície florestal do país. Com isso, uma floresta de 2.200 km2 em Jamari (Rondônia) será cedida em breve para concessionárias privadas que deverão desenvolver uma “exploração limpa”. É um começo.
Nove organizações não-governamentais (ONGs) brasileiras e internacionais elaboraram um ambicioso Pacto para a Valorização da Amazônia, com o objetivo de erradicar o desmatamento até 2015. “Nós precisamos valorizar a manutenção da floresta que ainda está preservada e remunerar aqueles que a protegem”, argumenta Adriana Ramos, da ONG Instituto Sócio-Ambiental, signatária do pacto.
O Brasil quer demonstrar que está preocupado com a Amazônia, por temer uma internacionalização da manutenção da maior floresta tropical do planeta, cujo desmatamento por meio de queimadas vem contribuindo para a emissão de gases de efeito estufa. Em seu livro intitulado “Brasil: o capital natural”, o agrônomo brasileiro Mauro Victor se diz convencido de que “se o Brasil não conseguir debelar a destruição da Amazônia por convicção, ele será obrigado a fazê-lo por conta das pressões externas; estas serão em primeiro lugar econômicas e comerciais, e depois se tornarão políticas e até mesmo militares”.
As eleições municipais estão agendadas para outubro. A ministra do Meio Ambiente teme que, neste ano eleitoral, muitos prefeitos da Amazônia façam vistas grossas para as destruições ilegais perpetradas pelos seus eleitores.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ética do dever.

O que é, pois, agir por dever? Agir por dever é agir em função da reverência pela lei moral; e a maneira de testar se estamos a agir assim é procurar a máxima, ou princípio, com base na qual agimos, isto é, o imperativo ao qual as nossas acções se conformam. Há dois tipos de imperativos: os hipotéticos e os categóricos. O imperativo hipotético afirma o seguinte: se quisermos atingir determinado fim, age desta ou daquela maneira. O imperativo categórico diz o seguinte: independentemente do fim que desejamos atingir, age desta ou daquela maneira. Há muitos imperativos hipotéticos, porque há muitos fins diferentes que os seres humanos podem propor-se alcançar.  Há um só imperativo categórico, que é o seguinte: ‘Age apenas de acordo com uma máxima que possas, ao mesmo tempo, querer que se torne uma lei universal’.

Ética consequencialista

    "O termo «consequencialismo» é usado para descrever teorias éticas que ajuízam da retidão ou não de uma ação, não através das intenções do autor da ação, mas antes das consequências da ação. Enquanto Kant afirmaria que dizer uma mentira será sempre errado, sejam quais forem os possíveis benefícios que daí possam resultar, um consequencialista julgaria o acto de mentir através dos seus resultados efectivos ou previstos."
    Ética conseqüencialista ensinam que podemos determinar a moralidade de uma ação por suas conseqüências. Se as conseqüências são bons, então a ação é boa. Se a conseqüência são os melhor do que qualquer das outras opções que você tem, então, que a ação é a sua melhor escolha. Por outro lado, se as conseqüências são ruins, a ação também é ruim. Esta é uma descrição muito áspera de consequencialismo, mas mesmo com essa visão superficial, você deve ser capaz de ver que há problemas.