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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ética do dever.

O que é, pois, agir por dever? Agir por dever é agir em função da reverência pela lei moral; e a maneira de testar se estamos a agir assim é procurar a máxima, ou princípio, com base na qual agimos, isto é, o imperativo ao qual as nossas acções se conformam. Há dois tipos de imperativos: os hipotéticos e os categóricos. O imperativo hipotético afirma o seguinte: se quisermos atingir determinado fim, age desta ou daquela maneira. O imperativo categórico diz o seguinte: independentemente do fim que desejamos atingir, age desta ou daquela maneira. Há muitos imperativos hipotéticos, porque há muitos fins diferentes que os seres humanos podem propor-se alcançar.  Há um só imperativo categórico, que é o seguinte: ‘Age apenas de acordo com uma máxima que possas, ao mesmo tempo, querer que se torne uma lei universal’.

Ética consequencialista

    "O termo «consequencialismo» é usado para descrever teorias éticas que ajuízam da retidão ou não de uma ação, não através das intenções do autor da ação, mas antes das consequências da ação. Enquanto Kant afirmaria que dizer uma mentira será sempre errado, sejam quais forem os possíveis benefícios que daí possam resultar, um consequencialista julgaria o acto de mentir através dos seus resultados efectivos ou previstos."
    Ética conseqüencialista ensinam que podemos determinar a moralidade de uma ação por suas conseqüências. Se as conseqüências são bons, então a ação é boa. Se a conseqüência são os melhor do que qualquer das outras opções que você tem, então, que a ação é a sua melhor escolha. Por outro lado, se as conseqüências são ruins, a ação também é ruim. Esta é uma descrição muito áspera de consequencialismo, mas mesmo com essa visão superficial, você deve ser capaz de ver que há problemas.

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