Tudo Pra Mim ♥

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Miley Ray Cyrus ♥

quarta-feira, 31 de outubro de 2012


E.E. Adventor Divino de Almeida
Aula-Seminário 2012– 4º Bimestre – 3º ano A – Filosofia – Profª. Vanja Marina
GRUPO 3 – Amanda Dittmar 01; Camila05; Carolina Cordeiro06; Hector14; Kétura19; Nicolle25; Wesley37;
GRUPO 3 – Tecnologias de informação e comunicação e as novas formas de relações sociais– Data da apresentação: 06/11/2012 – Terça-feira


Tecnologias de informação e comunicação

 As tic correspondem a todas as tecnologias que interferem e mediam os processos informacionais e comunicativos dos seres. Ainda, podem ser entendidas como um conjunto de recursos tecnológicos integrados entre si, que proporcionam por meio das funções dehardware, software e telecomunicações, a automação e comunicação dos processos de negócios, da pesquisa científica e de ensino eaprendizagem.
 A comunicação é uma necessidade e algo que está presente na vida do ser humano desde os tempos mais remotos. Trocar informações, registrar fatos, expressar idéias e emoções são fatores que contribuíram para a evolução das formas de se comunicar. Assim, com o passar do tempo, o homem aperfeiçoou sua capacidade de se relacionar. Nesse sentido, conforme as necessidades surgiram, o homem lançou mão de sua capacidade racional para desenvolver novas tecnologias e mecanismos para a comunicação. Conceitua-se tecnologia como tudo aquilo que leva alguém a evoluir, a melhorar ou a simplificar. Em suma, todo processo de aperfeiçoamento. A humanidade já passou por diversas fases de evoluções tecnológicas, porém um equívoco comum quando se pensa em tecnologia é se remeter às novidades de última geração.
 Em se tratando de informação e comunicação, as possibilidades tecnológicas surgiram como uma alternativa da era moderna, facilitando a educação através da inclusão digital, com a inserção de computadores nas escolas, facilitando e aperfeiçoando o uso da tecnologia pelos alunos, o acesso a informações e a realização de múltiplas tarefas em todas as dimensões da vida humana, além de capacitar os professores por meio da criação de redes e comunidades virtuais. Há uma variedade de informações que o tratamento digital proporciona: imagem, som, movimento, representações manipuláveis de dados e sistemas, todos integrados e imediatamente disponíveis, que oferecem um novo quadro de fontes de conteúdos que podem ser objeto de estudo.
 A comunicação é também a responsável por grandes avanços. Devido à troca de mensagens e conseqüente troca de experiência, dessa forma, grandes descobertas foram feitas. Num ambiente corporativo, onde um grupo de pessoas percorre objetivos comuns, a necessidade de comunicação aumenta consideravelmente. Em uma corporação, existem barreiras culturais, sociais, tecnológicas, geográficas, temporais, dentre outras, que dificultam às pessoas se comunicarem, portanto um dos desafios de uma corporação é transpor essas barreiras. Nos dias atuais, encontramos várias tecnologias que viabilizam a comunicação, porém o que vai agregar maior peso a essas tecnologias é a interação e a colaboração de cada uma delas.

     

      


Novas relações sociais

 Relação social refere-se ao relacionamento entre indivíduos ou no interior de um grupo social. As relações sociais formam a base da estrutura social.
As relações de sociabilidade passam por uma nova mutação, mediante processos simultâneos de integração comunitária e de fragmentação social, de massificação e de individualização, de ocidentalização e de desterritorialização.        
Para Karl Marx, as relações sociais que os homens estabelecem entre si, e queconstituem a sua existência social, decorrem das forças produtivas e dos modode apropriação dos meios de produção. "As relações sociais estão intimamenteligadas às forças produtivas. Ao adquirir novas forças produtivas, os homens mudam o seu modo de produção e ao mudar o seu modo de produção, a  maneira de ganhar a vida alteram todas as suas relações sociais" (Rocher). As novas tecnologias levaram a nova relação social por meios de cominicação, redes socias, radios tv’s. Atraves da tecnologia de hoje as pessoas se relacionam melhor.









Bibliografia:
Google.com
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%A3o_social
http://www.infopedia.pt/$relacoes-sociais
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologias_da_informa%C3%A7%C3%A3o_e_comunica%C3%A7%C3%A3o

E.E. Adventor Divino de Almeida
Aula-Seminário 2012– 4º Bimestre – 3º ano A – Filosofia – Profª. Vanja Marina
GRUPO 3 – Amanda Dittmar 01; Camila05; Carolina Cordeiro06; Hector14; Kétura19; Nicolle25; Wesley37;
Capítulo 35 – Arte como forma de pensamento–
Data da apresentação: 09/11/2012 – Sexta-feira

Arte como forma de pensamento
·        O PAPEL DA IMAGINAÇÃO NA ARTE
É exatamente a imaginação que vai servir de mediadora entre o vivido e o pensado, entre a presença bruta do objeto e a representação, entre a acolhida dada pelo corpo (os órgãos dos sentidos) e a ordenação do espírito (pensamento analógico). A imaginação, ao tornar o mundo presente em imagens, nos faz pensar. Saltamos dessas imagens para outras semelhantes, fazendo uma síntese criativa. O mundo imaginário assim criado não é geral. É, antes, pré-real, isto é,antecede o real porque aponta suas possibilidades em vez de fixá-lo numa forma cristalizada. Assim, a imaginação alarga o campo do real percebido, preenchendo-o de outros sentidos. O sentimento acolhe o objeto, reunindo as potencialidades do eu numa imagem singular.
·        TARSILA DO AMARAL
Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, no Município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha do fazendeiro José Estanislau do Amaral e de Lydia Dias de Aguiar do Amaral, passou a infância nas fazendas de seu pai. Estudou em São Paulo, no Colégio Sion e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro, ‘Sagrado Coração de Jesus’, 1904. Quando voltou, casou-se com André Teixeira Pinto, com quem teve a única filha, Dulce.
·        ABAPORU
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·        OPERÁRIOS

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Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos em arte. Começou com escultura, com Zadig, passando a ter aulas de desenho e pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde conheceu Anita Malfatti. Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien e com Émile Renard. Ficou lá até junho de 1922 e soube da Semana de Arte Moderna (que aconteceu em fevereiro) através das cartas da amiga Anita Malfatti. Quando voltou ao Brasil, Anita a introduziu no grupo modernista e Tarsila começou a namorar o escritor Oswald de Andrade. Formaram o grupo dos cinco: Tarsila, Anita, Oswald, o também escritor Mário de Andrade e Menotti Del Picchia. Agitaram culturalmente São Paulo com reuniões, festas, conferências. Tarsila disse que entrou em contato com a arte moderna em São Paulo, pois antes ela só havia feito estudos acadêmicos. Em dezembro de 22, ela voltou a Paris e Oswald foi encontrá-la.
A FAMÍLIA

http://aldaalvesbarbosa.files.wordpress.com/2011/09/a-familia-tarsila-do-amaral.jpg?w=350&h=250


Ao abrirmos um manual de filosofia, muitas vezes, nos deparamos com o termo filosofia da arte e nem sempre sabemos exatamente a que se refere essa linha de pensamento que, de uma forma ou de outra, pertence à filosofia. Então, pergunta-se: o que significa, afinal, filosofia da arte? Como ela surgiu? E, mais importante, como é possível pensar a arte filosoficamente?
O termo "filosofia da arte" é muitas vezes confundido com o termo “estético”. Muito embora alguns autores insistam em separar uma coisa da outra, no fim, um termo e outro não deixam de designar uma e mesma coisa: a relação do pensamento filosófico com a criação artística. Se formos investigar na história da filosofia como surgem ambos os termos, veremos que o termo “estético”, por exemplo, foi criado por Alexander Baumgarten (1714-1762) apenas no século XVII, seguindo as exigências iluministas daquele século de definir e delimitar todas as áreas do saber humano. Pela primeira vez na história da filosofia, o pensamento filosófico sobre a arte adquire se não um terreno sólido, ao menos uma denominação mais específica em meio às demais disciplinas que desde sempre fizeram parte dos principais troncos da filosofia: a ontologia, a moral e a política. Segundo Baumgarten, se essa experiência provocada pela obra de arte e pela criação artística em geral deveria conquistar para si um lugar ao sol em meio às demais disciplinas filosóficas, esse lugar deveria ser aquele da sensação.
Texto transcrito na integra a partir das gravações feitas de uma entrevista com o filósofo francês Pierre Levy ao jornalista Florestan Fernandes Jr. para a série “As Formas do Saber” e que trás reflexões sobre:

n        Arte e pensamento
n        Educação
n        Tecnologia
n        Trabalho

De onde sopram os ventos que inspiram a arte contemporânea. A tecnologia é parte do motor gerador de mudanças sociais, das formas de comunicação, das artes. A imprensa, o rádio, o cinema, a televisão, o vídeo, o cd e a web revolucionaram a nossa história, fizeram espaço de expressão. As artes chegam à grande rede criando obras onde a autoria passa ser coletiva. A democratização do conhecimento é a verdadeira globalização que deve caracterizar o século 21. Os artistas como sempre, estão se apropriando das técnicas e tecnologias. Qual será o resultado desta experiência no futuro da humanidade? a série as “As Formas do Saber” apresenta a reflexão do filósofo Pierre Levy sobre a arte.


Bibliografia



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Handebol.

E.E. Adventor Divino de Almeida
Série: 2° B
Alunos: Sawara Alvim n° 35, Carolina Cordeiro n° 47, Lucas Panizzi n°24
Professor: Bruno Reis.
Matéria: Ed. Física





A Origem do Handebol

O Handebol é um dos esportes mais antigos de que que se tem notícia. Ele ja apresentou uma grande variedade de formas até a praticada atualmente.
Um jogo com bola foi descrito por Homero em "A Odisséia", onde a bola era jogada com as mãos e o objetivo era ultrapassar o oponente, através de passes, isto está gravado em uma pedra na cidade de Atenas e data de 600 A.C.. De acordo com as escritas do médico Romano, Claudius Galenus (130-200 D.C.), os Romanos possuiam um jogo de Handebol chamado "Harpaston". Na Idade Média, as legiões de cavaleiros jogavam um jogo de bola, o qual era fundamentado em passes e metas, isto foi descrito por Walther von der Vogelwide (1170-1230), que o chamou de "Jogo de Pegar Bola", que é precursor do atual jogo de Handebol. Na França, Rabelais(1494-1533), fala sobre um jogo de Handebol em que "Eles jogam bola, usando a palma da mão".
O Supervisor de Educação Física Alemão, Holger Nielsen, adaptou o "Haanbold-Spiel" (Jogo de Handebol) para ser jogado em quadras, na cidade de Ortrup em 1848, remodelando as regras e método como o jogo deveria ser praticado. Eventualmente os alemães desenvolveram o esporte e finalisaram as regras em 1897, onde atualmente é baseado o Handebol de Quadra (Indoor) e o Handebol Olímpico. Era uma forma de 7 jogadores por time, em uma quadra pouco maior do que a de Basquete, com gols de Futebol de 2m de altura por 2,5m de comprimento.
Na Suécia, em 1910, G. Wallstrom foi quem introduziu o Handebol. Na Alemanha, em 1912, Hirschmann (O Secretário Geral Alemão da Associação Internaciona de Futebol) tentou introduzir o Handebo l em um jogo de "campo", seguindo as regras do Futebol. Durante 1915-1917, o Supervisor de Educação Física Max Heiser (1879-1921), introduziu o Handebol de Campo para as mulheres, sendo considerado o real criador do esporte, assim como Karl Schelenz (1890-1956), um professor de esportes da Escola Superior de Educação Física é considerado o fundador do Handebol. Karl Schelenz foi o responsável pelo desenvolvimento do Handebol na Alemanha, Austria e Suiça, onde ele foi treinador.
Em 13 de Setembro de 1920, Carl Diem, o Diretor da Escola Superior de Educação Física Alemã, completou o estabelecimento do esporte no cenário mundial, reconhecendo-o oficialmente como esporte. O jogo era praticado em campos de Futebol com traves do mesmo tamanho. O primeiro jogo internacional foi disputado em 3 de Setembro de 1925, com vitória da Alemanha sobre a Austria por 6 a 3.




Área do Gol

Fica entre a linha de fundo e a linha de 6m. Somente o goleiro pode permanecer na área de gol. O atacante que penetra essa área é castigado com um tiro livre; se for propositadamente e não tiver a posse da bola, será dado lance livre. O jogador que invadir a área de gol, depois de ter lançado a bola, não está sujeito a qualquer punição, desde que isso não resulte em prejudizo para a ação do adversário.

Goleiro / Gol

O goleiro é o único jogador que pode se deslocar para qualquer posição da quadra; é o único que pode parar ou rebater a bola com os pés (mas isso apenas na sua área), fora dela deve jogar como qualque jogador de linha. Só sera considerado gol a bola que lançada regularmente ultrapasse inteiramente a linha de gol por, dentro da baliza.

Manejo da Bola

É permitido lançar, bater, empurrar, socar, parar e pegar a bola, não importa de que maneira, com a ajuda das mãos, braços, cabeça, tronco, coxas e joelhos. Segurar a bola durante o máxio de três segundos, mesmo ela estando no chão. Fazer o máximo de três passos com a bola na mão. É proibido conduzir ou manejar a bola com os pés.

Para com o adversário

Utilizar os braços ou as mãos para se apoderar da bola. Tirar a bola da mão do adversário com as mãos abertas, não importa de que lado. Bloquear o caminho ao adversário com o corpo. É proibido arrancar a bola do adversário com uma ou duas mãos, assim como bater com o punho na bola que o mesmo tem as mãos.

Tiro de meta

O tiro de meta é ordenado nos seguintes casos: quando, antes de ultrapassar a linha de fundo, a bola tenha sido tocada por um jogador da equipe atacante ou pelo goleiro da equipe defensora, estando este dentro da sua área de gol. O tiro de meta deve ser cobrado dentro da área do goleiro, e só ele poderá colocar a bola em jogo.

Bola ao chão

A bola ao chão é marcada quando, mantida a bola dentro da quadra e fora das áreas de goleiro, ocorrer: falta simultânea de jogadores das duas equipes; interrupção do jogo por qualquer motivo ou razão que não se caracterize como infração as regras.

Escanteio

O lance de escanteio é ordenado desde que a bola tocada pela equipe defensora ultrapasse a linha de fundo (sem que o goleiro desta tenha tocado na bola). O lance é executado no ponto de interseção da linha de fundo e a linha lateral, do lado onde a bola tenha saído.

Lance lateral

O lance lateral é ordenado desde que a bola tenha ultrapassado totalmente a linha lateral. Ao ser cobrado o jogador deverá manter um pé sobre a linha lateral e o outro fora da quadra, caso isto seje desrespeitado o árbitro poderá ordenar nova cobrança de lateral ou aplicar reversão, dando o direito da cobrança a equipe adversária.

Lance de 7m

Este lance apenas é ordenado com a execução de uma falta grave sobre o adversário; no momento da cobrança os jogadores da defeza e ataque deverão permanecer atás da linha de 9m. O jogador que for cobrar deverá manter um pé fixo perante a linha de 7m, não podendo invadí-la ou mover este pé.

Lance livre

É ordenado lance livre nos seguintes casos: entrada ou saída irregular de um jogador; mau comportamento; faltas cometidas pelos jogadores na área de gol; lançamento intencional da bola para sua área de gol; faltas do goleiro; execução ou conduta irregular nos lances de lateral, escanteio, livre, tiro de meta e 7m; atitude antidesportiva.

Execução

Antes da execução de todos os lances citados acima a bola deverá pousar na mão do lançador e todos os jogadors deverão ter tomado a posição regularmente. Apenas o lançador pode tocar na bola e este não deve ficar batendo-a contra o chão, pois o árbitro pode considerar o lance como cobrado e aplicar reversão da jogada.

Punições

Cartão Amarelo

Serve para advertir qualquer atleta ou técnico. Aplicado em algumas faltas, por reclamações ou quando após uma falta o jogador não deixa a bola no lugar indicado, podendo variar com o critério de cada árbitro.

Dois Minutos: - Este apenas é aplicado a jogadores. Quem receber esta punição deve permanecer fora da partida durante um períiodo de dois minutos (que será controlado pelo cronometrista), e após podendo retornar ao jogo com permição da mesa de arbitragem. Durante este período o time fica com um jogador a menos, esta punição é geralmente aplicada a faltas desnescessárias e a substituições incorretas.

Cartão Vermelho: (ou desqualificação)

Ao ser aplicado um Cartão Vermelho o jogador deve retirar-se da quadra, não podendo nem permanecer no banco de reservas e nem voltar mais a partida. O time permanece durante dois minutos com um jogador a menos e após pode completar o time com outro jogador. (O jogador que receber mais que 3 "Dois Minutos" durante a partida é automaticamente desqualificado, sofrendo todo o peocesso acima descrito)

Exclusão

Este é um recurso extremo da arbitragem, utilizado apenas em casos de agressão física e verbal. O jogador que sofrer exclusão não pode voltar a quadra e nem se sentar no banco de reservas, e seu time permanece até o fim da partida com um jogador a menos.

O jogo é dirigido por dois árbitros, asistidos por um secretário e um cronometrista.

Os Árbitros

Os dois árbitros(juízes) atuam em conjunto tanto nos lances de defesa e ataque de ambos os times. (geralmente um árbitro se situa na linha de fundo, de um lado da quadra, e o outro na linha de meio campo, do outro lado da quadra). Eles atuam em cooperação e suporte mútuos, observam além do foco do jogo, todos os outros jogadores.

O Secretário

Este fica sentado na mesa de arbitragem, possui a súmula da partida e deve computar todas as estatísticas do jogo, para auxiliar os juízes (tal como: número de gols; quem marcou o gol; número de cartões amarelos, dois minutos e faltas de cada jogador).

O Cronometrista

É quem controla o tempo da partida, também está sentado à mesa de arbitragem. Possui um cronômetro que deve ser interrompido toda vez que os juízes ou os técnicos dos times assim solicitarem. Também é sua função cronometrar os lances de "dois minutos", sendo ele responsável pela volta do atleta ao jogo.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Processo de desmatamento da amazônia.

DESTRUIÇÃO
No espaço de trinta anos, 17% da vegetação original desapareceram, ou seja, 700.000 km2. Em 2007, cerca de 22.000 focos de incêndio (queimadas) foram assinalados. Cada km2 de floresta destruída produz 22.000 toneladas de CO2.
Nas últimas semanas, o presidente Lula exigiu que fossem tomadas medidas em caráter de emergência para inverter esta tendência. Com isso, a partir de 26 de fevereiro, a Polícia Federal deslanchou uma vasta operação que envolve a participação de 300 homens, que contarão com reforços, passando para cerca de mil no total, no início de abril. O objetivo é combater o desmatamento ilegal nos Estados do Pará, do Mato Grosso e de Rondônia, os mais prejudicados por essas práticas.
Não menos de treze ministros são responsáveis pela luta contra o desmatamento na Amazônia, mas nem todos eles falam a mesma língua. O governo está profundamente dividido entre dois desafios: preservar a floresta tropical e incentivar o crescimento econômico.
Na cúpula do governo, duas mulheres encarnam este dilema. Marina Silva, a ministra do Meio Ambiente, que é nativa da Amazônia, possui certo prestígio em função do seu passado de lutas ao lado do militante ecologista assassinado Chico Mendes (1944-1988). Mas com freqüência ela chegou a ceder às pressões. Foi assim que ela autorizou a construção de duas centrais elétricas no rio Madeira, um afluente do Amazonas. A outra é Dilma Rousseff, chefe de gabinete do presidente Lula, responsável pelo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que foi elaborado com o objetivo de multiplicar a infra-estrutura pelo país afora, principalmente na Amazônia, onde estão sendo implementados inúmeros projetos de estradas, portos e usinas hidrelétricas.
Depois do recorde sombrio que fora registrado entre agosto de 2003 e julho de 2004, quando 27.429 km2 de madeira haviam sido transformados em fumaça, Marina Silva reorganizou os procedimentos de vigilância por satélite, mas sem poder contar nem com meios, nem com recursos humanos. “As multas que são aplicadas pelo Estado são ridiculamente reduzidas e não impedirão o desmatamento de prosseguir”, prevê um dos diretores da organização Greenpeace Brasil, Sergio Leitão. Segundo ele, apenas 2% das multas aplicadas são efetivamente pagas pelos destruidores.
100.000 km de vias clandestinas
“As autoridades idealizaram o desenvolvimento da Amazônia em função de um modelo que vigorava durante os anos 1950″, critica Sergio Abranches, um sociólogo especialista em ecologia política. Ele cita como exemplos as rodovias que foram planejadas para escoar os gêneros alimentícios agrícolas, tais como a BR 163, que liga Cuiabá a Santarém e foi asfaltada pela metade, e aquela que deverá ligar Porto Velho a Manaus, mas que ainda se encontra em fase de estudos.
Os levantamentos cartográficos comprovam que as vias asfaltadas se transformam em amplas avenidas que favorecem o desmatamento, o qual é promovido pelos traficantes de madeira, os garimpeiros, os aventureiros e os agricultores. No total, já existiriam cerca de 100.000 km de caminhos clandestinos.
Marina Silva procura estimular as atividades de “exploração sustentável” em áreas que foram batizadas de “unidades de conservação”, além de uma administração vigiada das florestas públicas, as quais correspondem a 40% do total da superfície florestal do país. Com isso, uma floresta de 2.200 km2 em Jamari (Rondônia) será cedida em breve para concessionárias privadas que deverão desenvolver uma “exploração limpa”. É um começo.
Nove organizações não-governamentais (ONGs) brasileiras e internacionais elaboraram um ambicioso Pacto para a Valorização da Amazônia, com o objetivo de erradicar o desmatamento até 2015. “Nós precisamos valorizar a manutenção da floresta que ainda está preservada e remunerar aqueles que a protegem”, argumenta Adriana Ramos, da ONG Instituto Sócio-Ambiental, signatária do pacto.
O Brasil quer demonstrar que está preocupado com a Amazônia, por temer uma internacionalização da manutenção da maior floresta tropical do planeta, cujo desmatamento por meio de queimadas vem contribuindo para a emissão de gases de efeito estufa. Em seu livro intitulado “Brasil: o capital natural”, o agrônomo brasileiro Mauro Victor se diz convencido de que “se o Brasil não conseguir debelar a destruição da Amazônia por convicção, ele será obrigado a fazê-lo por conta das pressões externas; estas serão em primeiro lugar econômicas e comerciais, e depois se tornarão políticas e até mesmo militares”.
As eleições municipais estão agendadas para outubro. A ministra do Meio Ambiente teme que, neste ano eleitoral, muitos prefeitos da Amazônia façam vistas grossas para as destruições ilegais perpetradas pelos seus eleitores.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ética do dever.

O que é, pois, agir por dever? Agir por dever é agir em função da reverência pela lei moral; e a maneira de testar se estamos a agir assim é procurar a máxima, ou princípio, com base na qual agimos, isto é, o imperativo ao qual as nossas acções se conformam. Há dois tipos de imperativos: os hipotéticos e os categóricos. O imperativo hipotético afirma o seguinte: se quisermos atingir determinado fim, age desta ou daquela maneira. O imperativo categórico diz o seguinte: independentemente do fim que desejamos atingir, age desta ou daquela maneira. Há muitos imperativos hipotéticos, porque há muitos fins diferentes que os seres humanos podem propor-se alcançar.  Há um só imperativo categórico, que é o seguinte: ‘Age apenas de acordo com uma máxima que possas, ao mesmo tempo, querer que se torne uma lei universal’.

Ética consequencialista

    "O termo «consequencialismo» é usado para descrever teorias éticas que ajuízam da retidão ou não de uma ação, não através das intenções do autor da ação, mas antes das consequências da ação. Enquanto Kant afirmaria que dizer uma mentira será sempre errado, sejam quais forem os possíveis benefícios que daí possam resultar, um consequencialista julgaria o acto de mentir através dos seus resultados efectivos ou previstos."
    Ética conseqüencialista ensinam que podemos determinar a moralidade de uma ação por suas conseqüências. Se as conseqüências são bons, então a ação é boa. Se a conseqüência são os melhor do que qualquer das outras opções que você tem, então, que a ação é a sua melhor escolha. Por outro lado, se as conseqüências são ruins, a ação também é ruim. Esta é uma descrição muito áspera de consequencialismo, mas mesmo com essa visão superficial, você deve ser capaz de ver que há problemas.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O conceito de ética e moral.

O Conceito de Ética

     O que ética? O que é moral? O que ela estuda? Estas são perguntas rotineiras, feita por muitos, e de suma importância para as relações humanas. Todo dia ouvimos falar de ética e falta de ética, mas o que isso significa afinal?
     A ética faz parte de uma das três grandes áreas da filosofia, mais especificamente , é o estudo da ação – práxis. Ao lado do estudo sobre o “conhecimento” – como a ciência, ou a lógica – e do estudo sobre o “valor” – seja ele artístico, moral, ou científico – o estudo sobre a ação engloba a totalidade do saber e da cultura humana. Está presente no nosso cotidiano o tempo todo, seja nas decisões familiares, políticas, ou no trabalho por exemplo.
     A palavra ética tem origem no termo grego ethos, que significava “bom costume”, “costume superior”, ou “portador de caráter”. Impulsionado pelo crescimento da filosofia fora da antiga Grécia o conceito de ethos se proliferou pelas diversas civilizações que mantiveram contato com sua cultura. A contribuição mais relevante se deu com os filósofos latinos. Em Roma o termo grego foi traduzido como “mor-morus” que também significava “costume mor” ou “costume superior”. É dessa tradução latina que surge a palavra “moral” em português.
     No decorrer da história do pensamento a ética se tornou cada vez mais um assunto rico, complexo e abrangente. Com a expansão da filosofia, e em especial o pensamento sobre a ação, foi preciso distinguir os termos ética e moral. No século XX o filósofo espanhol Adolfo Sánches Vásquez cria uma famosa diferenciação entre os dois conceitos. Para ele o termo moral se refere a uma reflexão que a pessoa faz de sua própria ação. Já o termo ética abrange o estudo dos discursos morais, bem como os critérios de escolha para valorar e padronizar as condutas numa família, empresa ou sociedade.
Definir o que é um agir ético, moral, correto ou virtuoso é se inscrever numa disputa social pela definição legítima da boa conduta. Da conduta verdadeira e necessária. Avaliar a melhor maneira de agir pode ser visto de pontos de vista totalmente diversos. Marxistas, liberais, mulçumanos, psicanalistas, jornalistas e políticos agem e valoram as ações de maneira diferente. Porém todos eles lutam pela definição mais legitima de uma “boa ação” ou da “ação correta”.
     Sem pretensões de impor uma definição legítima sobre a conduta moral, nós, do Espaço Ética, deixaremos os filósofos falarem por eles mesmos. Elencamos o que cada um dos principais pensadores têm a dizer sobre o assunto.
Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.) “Ética a Nicomacos”
     A excelência moral se relaciona com as emoções e ações, e somente as emoções e ações voluntárias são louvadas e censuradas, enquanto as involuntárias são perdoadas, e às vezes inspiram piedade; logo, a distinção entre o voluntário e o involuntário parece necessária aos estudiosos da natureza da excelência moral, e será útil também aos legisladores com vistas à atribuição de honrarias e à aplicação de punições. (…)
Mas há algumas dúvidas quanto ás ações praticadas em conseqüência do medo de males maiores com vistas a algum objetivo elevado[1097b] (por exemplo, um tirano que tendo em seu poder os pais e filhos de uma pessoa, desse uma ordem ignóbil a esta, tendo em vista que o não cumprimento acarretasse na morte dos reféns); é discutível se tais ações são involuntárias ou voluntárias. (…) Tais ações, então, são mistas mas se assemelham mais as voluntárias, pois são objeto de escolha no momento de serem praticadas, e a finalidade de uma ação varia de acordo com a oportunidade, de tal forma que as palavras “voluntário” e “involuntário” devem ser usadas com referência ao momento da ação; com efeito, nos atos em questão as pessoas agem voluntariamente, portanto são voluntárias, embora talvez sejam involuntárias de maneira geral, pois ninguém escolheria qualquer destes atos por si mesmos.
      Moral é uma palavra de origem latina, que provém do termo moris (“costume”). Trata-se de um conjunto de crenças, costumes, valores e normas de uma pessoa ou de um grupo social, que funciona como um guia para agir. Isto é, a moral orienta relativamente às acções que são correctas (boas ou positivas) e aquelas que são incorrectas (más ou negativas).
De acordo com outra definição, a moral é a soma total do conhecimento que se adquire sobre o mais alto e nobre, e que uma pessoa respeita na sua conduta. As crenças sobre a moralidade são generalizadas e codificadas numa certa cultura ou num dado grupo social, pelo que a moral regula o comportamento dos seus membros. Por outro lado, a moral costuma ser identificada com os princípios religiosos e éticos que uma comunidade acorda respeitar.
      O conjunto de normas morais é denominado moralidade objectiva (existem como feitos sociais acima do facto de a pessoa decidir obedecer às mesmas). Em contrapartida, os actos através dos quais a pessoa respeita ou viola a norma moral conformam a moralidade subjectiva.
     Cabe mencionar que a ideia de responsabilidade moral aparece com a convicção de que o accionar de um indivíduo tem sempre lugar com uma finalidade, a menos que este esteja inconsciente (seja por doença mental, desequilíbrio psicológico, sob os efeitos de algum estupefaciente, etc.). Diz-se que uma pessoa que faz valer os valores morais da sua sociedade pode estar a contribuir para um destino melhor.
     O termo moral também pode ser empregue como sinónimo de ética, pelo que adquire sentido enquanto disciplina filosófica ou como sinónimo de teologia moral (uma disciplina teológica).

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Caíque Tierre Maia de Albuquerque Souza ♥

 



Se for ler, leia com atenção e carinho. Foi muito difícil eu terminar de escrever isto.
E toda madrugada eu me seguro pra não entrar no Google para procurar a matéria que explica sobre a sua morte. Eu tenho que parar de me torturar. Já faz 6 anos! 6 ANOS! Se eu vejo uma foto sua, eu choro de soluçar pois eu lembro que o meu melhor amigo, o meu irmão não está mais fisicamente presente ao meu lado todos os dias, todas as horas, todos os minutos. Não tem ninguém mais me protegendo, era só você. Era só você que apanhava por mim na escola, era você que segurava minha mão enquanto nós atravessávamos a rua, era você que fazia carinho em mim até dormi. Eu tive a melhor sorte do universo mas também tive a pior. A sorte foi nascer no mesmo dia que você e por pura sorte, nossas mães viraram melhores amigas, fomos morar no EUA juntos. Você chegou aos seus 11 anos e eu vi você morrer. Você morreu em meus braços do jeito mais cruel possível. Às vezes, eu olho pro céu e sinto que você está com a sua mão na minha cabeça e dizendo que tudo vai ficar bem. Você pode não estar mais do meu lado fisicamente mas sempre estará no meu coração. Enquanto eu escrevo tudo isso, eu escuto aquela música que nós escutávamos quando sentíamos saudades um do outro anoite. Wish You Were Here do Pink Floyd. Enquanto eu choro, cai lágrimas em silêncio enquanto eu seguro meus soluços. Como eu pude ter tanta sorte no começo e depois ter a pior coisa acontecer na minha vida? Tudo isso afetou minha vida perigosamente. Eu não me apego demais ás pessoas porque ninguém será como você. I just wish you were here ♪ Deus me deu o melhor presente, o melhor anjo da guarda que pode existir mas também tomou ele de mim tão cedo. Meu coração dói quando eu não recebo uma ligação dele mais antes de dormi. Minha família e a dele mudou muito após a morte dele e de sua mãe. Eu ainda lembro de quando ele dançava na escola.. sempre que acabava de dançar, ele piscava pra mim enquanto eu estava na platéia. Ele nunca chorou em minha frente pois sabia a tristeza que me fazia. Ele nunca mentiu pra mim. Ele nunca me xingou nem mesmo quando eu fazia as piores coisas. Ele cuidava de mim de um jeito que ninguém cuidava. Eu retribuía dando muito amor, carinho e alegria à ele. Posso mostrar às vezes que sou feliz, mas como eu era antes.. eu nunca serei mais. Nunca mais. Tiraram minha felicidade de mim e eu nunca serei igual de novo. Tudo mudou, tudo silenciou. Tudo se silenciou a partir do momento que eu não sentia mais a força da mão dele apertando a minha dentro da ambulância. Meu mundo sumiu, desapareceu, escureceu a partir daquele único momento. Para mim, já não tinha mais razão para ser feliz, por mais que ele queria que eu fosse. Ninguém nunca me fará feliz igual ele fez. Ele era, não, melhor.. ele É meu melhor amigo e nunca terá outro igual. Ele era meu irmão gêmeo e eu não sabia viver um minuto sem ele. Não tem como comparar minha saudade. Não tem como comparar o ausência com isso. Posso sorrir bastante pois foi ele que me ensinou, posso chorar muito mais pois foi com ele que aprendi após sua partida. Posso ficar muito tempo sem falar no mês que ele morreu, é o meu jeito de mostrar o meu respeito e o amor que eu tinha por ele. 1 minuto de silêncio pra mim não é nada.. principalmente para uma pessoa com quem eu passei todas as etapas de infância possível. Não há amor maior que o meu por ele. Minha mãe sempre dizia que ela tinha certeza que quando nós fôssemos maiores, íamos acabar nos apaixonando, não precisávamos crescer para sentir isso, já estava no meio de nós fazia um tempo, bastava prestar atenção nos nossos olhares. No dia que alguém entender a minha dor, eu vou aceitar a escutar. Afinal, quantas pessoas perde seu melhor amigo que nasceu no mesmo dia que você e a mãe dele no mesmo dia na base de marteladas na cabeça? Ninguém né, acho que é só eu e espero que fique assim. Não desejo essa dor à ninguém. Não há nada pior que isso, pelo menos pra mim. Ele não viu eu ter o meu primeiro beijo, o meu primeiro amor, o meu primeiro namorado. Ele não vai o padrinho do meu casamento, ele não vai ver eu me casar, ele não vai ver o meu filho nascer nem me ajudar a escolher um nome. Não, ele não vai estar aqui. Porque um infeliz tirou ele da minha vida. Não vou aceitar isso nunca, não aceitei antes e não vou aceitar agora. Isso vai para sempre cutucar o meu coração. É uma dor insuportável e eu morro de medo de conhecer alguém parecido com ele. Ele morreu de um jeito que ele não merecia, eu sentia a dor dele só de olhar nos seus olhos. Ele chorava, escorria as lágrimas dos olhos dele mas ele não conseguia fazer barulho, isso foi a maior tortura para mim antes dele morrer. Tive que mudar dos Estados Unidos para não pisar mais na mesma escola, para não morar mais no mesmo condomínio, para não me sentir pior do que eu estava ao frequentar os lugares que frequentávamos quando ele estava comigo. Pode acontecer o que acontecer, mas nada mais me machuca, pelo menos, não tão profundamente quanto isso. Eu não vivo mais em paz, eu vivo na dor, disfarçada, mas vivo. Nunca vou me esquecer do seu jeito de falar ‘te amo’, do jeito que você ria, do jeito que sorria, do jeito que andava, dormia ou falava. Não vou esquecer de como você dançava, não vou me esquecer do seu rosto, das nossas memórias, das nossas risadas juntas, seu cabelinho encaracolado que eu adorava pegar. O jeito que você parecia um anjo ao dormir na cama ao lado da minha. Do jeito que você me abraçava, do jeito que me beijava ou me segurava enquanto eu chorava. Tudo estará em minha memória, em meu coração, em minha alma. Vou ser eternamente grata por tudo que fizeste por mim. Você é um anjo que caiu do céu para me proteger. Você era meu guia, minha luz, minha estrela. Sem você, eu não vivo. Só estou vivendo agora, pois acredito que você está ao meu lado, não fisicamente, mas espiritualmente. Não esquece de mim como eu nunca esquecerei de você. 
 Descanse em paz, melhor amigo. irmão. anjo. We are just two lost soul swimming in a fish bowl ♪  

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

eu nunca sei.

           Eu sei que eu possa ter feito muitas coisas erradas, eu sei que eu possa ter magoado muitas amigas minhas, eu sei que eu tenho idade suficiente pra entender as consequências, mas é que às vezes, eu não paro pra pensa se eu prefiro aquela felicidade que eu já tenho e sempre vou ter ou uma felicidade momentânea que eu sei que vou me arrepender depois. Eu só sei das coisas que eu não devia ter feito depois que eu já fiz e também não sei como lidar com o problema depois. Toda vez eu tento mudar mas nem sempre dá certo, mas isso não significa que eu desisto. eu sou humana, eu erro mesmo, eu admito os meus erros. eu aceito as minhas consequências e eu luto sempre pra tentar recuperar aquilo que eu perdi. 
            O meu maior defeito é o fato deu ser muito coração mole. Eu não consigo dizer não, mas eu também não sei se essa pessoa está realmente sofrendo. Às vezes, eu me sinto como uma adulta que não consegue dizer não a uma criança quando pede bala. A diferença é que a criança é inocente. Eu sou fraca pela aquelas pessoas que sofrem ou fingi que sofram por algo. Principalmente aquelas pessoas que dizem que me ama, quando eu claramente eu não amo. Quando eu tenho uma sentimento incrivelmente forte pela pessoa. Eu me coloco no lugar eu acho. Por isso eu não consigo dizer não. Eu me imagino escutando as palavras que eu falo para aquela pessoa como se estivessem falando para mim. E eu vejo como é doloroso. Eu não sei, eu nunca sei, eu não consigo explicar isso. Eu só sei que eu acabo sempre machucando aquelas pessoas que eu não quero que se machuquem.
            Me desculpem todos aqueles que eu um dia machuquei, sei que possam me perdoar, mas esquecer.. nunca. Eu entendo, até eu não esqueceria..
            
         Outra coisa que anda me incomodando..
O fato das pessoas não entender a diferença entra atração física, amor, paixão, carinho, obsessão e gostar.

Atração Física: você deseja ter uma relação momentânea, algo que não dure muito tempo. você não gosta dessa pessoa, você tem tesão.. prazer. como se fosse tudo completamente sem compromisso, sem sentimento.


Amor: É quando você se sente bem, se sente feliz, segura e à vontade do lado de alguém que você tenha um sentimento forte. que você tem vontade de sorrir quando ver aquela pessoa sorrindo, ou talvez 'ver' o dia clarear ao vê-lo(a) sorrir.


Paixão: É quando você começa a ter uma afeição mais forte por uma pessoa que você aprendeu a se acostumar a te dar carinho, a te dar mais atenção do que normal. é o começo de quando você começa a se sentir mais segura do lado dessa pessoa.


Carinho: Quando a pessoa te dá mais atenção do que normal, te trata com mais sentimentos do que com as outras pessoas. É quando a pessoa começa ter uma afeição. afeição é um carinho a mais, é um sentimento no começo.


Obsessão: Quando seu amor vira um vicio total. quando você sente saudade da pessoa que você ama apartir do momento que ele foi embora mesmo sabendo que irá vê-lo no outro dia. algumas pessoas tentam dar o golpe da barriga pra segurar eternamente essa pessoa mas nunca pára para pensa que talvez fazer esses egoísmos, a pessoa amada pode viver 'eternamente' ao seu lado, sofrendo mas com um sorriso no outro. obsessão é ser egoísta. é pensar em você a todo momento. pensar em como você não vive sem aquela pessoa, como você não tem como ficar aquela pessoa e faz de tudo para conseguir. Obsessão é Egoísmo.


Gostar: Gostar de uma pessoa é quando atração física e carinho se batem. eles se juntam e cria o 'gostar', o que significa que a pessoa já tem uma vontade de ter um relacionamento com a outra pessoa só que não tem sentimento suficiente pra pensar nisso ou querer completamente. é a parte onde você acha que vai dá tudo certo e que tudo é cor-de-rosa. 


 Eu sei bem como explicar isso tudo porque eu passei por cada uma dessas coisas, até obsessão. Já passei por uma fase de que minha fama não era bonita. Já falaram que eu gostei de tanta gente, mas não é assim! eu não gostei de tanta gente, eu já tive varias atrações físicas, 3 amores, 1 paixão, 1 eterna 'não esquecida' obsessão, vários de tudo. Eu não gosto da pessoa que eu fui ou sou seilá.. mas eu sei que quero ser diferente agora, amanhã e sempre. é algo inevitável. Eu não me odeio, mas eu não gosto do jeito que eu sou, minhas atitudes e etc, mesmo com as cagadas intensar que eu já fiz, eu não me arrependo de nada pois eu sei que tudo que eu já fiz na minha vida fez eu estar aqui e agora tem algumas coisas na minha vida que eu gosto muito. então eu não me arrependo, mas também não faria de novo. Lição aprendida eternamente. 


 É tudo na base da lógica. Basta você pensar nos mínimo detalhes de como tudo é possivel e com base de todas as pessoas que você conhece que é orgulhosa ou quieta demais. Pense como se você estivesse nos sapatos dessa pessoa. 


Pense como se fosse você.. seja esperto!